
07/03 02:26 CET
A presidência egípcia diz que vai respeitar a decisão do tribunal administrativo sobre a data das eleições.
A confusão está lançada depois do tribunal ter ordenando o cancelamento do decreto do presidente Mohamed Morsi que fixava o início da votação em abril.
O decreto Administrativo aumentou a incerteza política no país numa altura de agitação social e crise económica.
Muitos partidos da oposição anunciaram que boicotariam a votação, que deveria ser realizada em quatro etapas, estando a última prevista para final de junho.
Aumentam desta forma as incertezas políticas e atrasa-se a intervenção de um possível acordo com o FMI .
É improvável que o FMI conceda qualquer ajuda financeira face à agitação social e à falta de consenso político.
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