Relatório do Ministério Público indica má utilização de recursos federais.
Secretário de Saúde nega má gestão e reclama da falta de profissionais.
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Levantamento feito pelo Ministério Público do Distrito Federal (MPDF) aponta que 70 leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) dos hospitais públicos do DF estão fechados. De acordo com o estudo, o motivo é a falta de profissionais para trabalhar na área e a má gestão dos recursos repassados à Secretaria de Saúde.
O relatório indica ainda que, pelo menos, R$ 900 milhões do Fundo de Saúde do DF, repassados pelo Ministério da Saúde, não teriam sido aplicados nos últimos 12 meses. Em entrevista ao Bom Dia DF, o secretário de Saúde, Rafael Barbosa, negou que haja dificuldades de gestão na pasta.
“Não adianta dizer que é problema de gestão, porque nós não fabricamos médicos. Nós fazemos obras e compramos equipamentos. Agora, para trabalhar em UTI você tem que ter profissional qualificado e habilitado”, declarou Barbosa.
O relatório indica ainda que, pelo menos, R$ 900 milhões do Fundo de Saúde do DF, repassados pelo Ministério da Saúde, não teriam sido aplicados nos últimos 12 meses. Em entrevista ao Bom Dia DF, o secretário de Saúde, Rafael Barbosa, negou que haja dificuldades de gestão na pasta.
“Não adianta dizer que é problema de gestão, porque nós não fabricamos médicos. Nós fazemos obras e compramos equipamentos. Agora, para trabalhar em UTI você tem que ter profissional qualificado e habilitado”, declarou Barbosa.
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Segundo a Secretaria de Saúde, o DF conta com 328 leitos de UTI. A prioridade é para casos graves e pacientes que dependem de cirurgia cardíaca ou neurológica. Segundo o órgão, atualmente 63 pacientes aguardam por uma vaga em unidades de terapia intensiva na capital federal.
O promotor de Defesa da Saúde do MPDF, Jairo Bisol, disse que o governo do Distrito Federal está perdendo recursos por inexecução orçamentária. “Faremos uma avaliação sobre que tipo de medida iremos tomar, desde recomendações até eventuais ações responsabilizando os gestores por esta situação caótica da saúde”, disse Bisol.
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